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segunda-feira, 20 de junho de 2016

Por que a bandeira do arco-íris se tornou simbolo do movimento LGBT?

O Arco de Deus, que simboliza a promessa de Deus para a humanidade, foi adulterado e deturpado pelos sodomitas.
"O arco-íris é algo que desenhamos desde pequenos", conta Bartram. "Assim, todos nós sabemos do que se trata e podemos interpretá-la como quisermos"
Vocês podem alterar, mas Deus não muda sua promessa, nem sua lei e muito menos o juízo para os transgressores que não se arrependem. Ainda há tempo, mas lembrem-se RESTA POUCO TEMPO.




Justin Parkinson 
Da BBC
Ao redor do mundo, a bandeira do arco-íris tem sido exibida em prédios e manifestações como forma de solidariedade com as 49 pessoas mortas por um atirador em uma boate gay de Orlando. Mas como este símbolo se tornou tão amplamente reconhecido?

Homem se enrola em bandeira diante da embaixada dos EUA em Berlim, na Alemanha, em homenagem às vítimas do ataque à boate Pulse de Orlando (Foto: Hannibal Hanschke/Reuters)


A bandeira de seis faixas e cores foi usada por pessoas para lá de diversas: Paul McCartney encerrou um show em Berlim, no início da semana, enrolado nela. A bandeira foi hasteada na Catedral de Exeter, no sudoeste da Inglaterra, durante uma vigília pelas vítimas. E em Paris, a Torre Eiffel foi iluminada com as cores do arco-íris.

 "Não consigo pensar em qualquer outro símbolo com tamanho reconhecimento ao redor do mundo", diz o ativista gay britânico Peter Tatchell.
"Ele ficou universal desde os anos 90. E mostra a diversidade não só na comunidade LGBT, mas na vida em geral".
A bandeira do arco-íris surgiu em 1978, quando Gilbert Baker, um artista baseado em San Francisco, nos EUA, criou um design com oito cores. Em 25 de junho daquele ano, o Dia da Liberdade Gay nos EUA, as primeiras versões da bandeira foram vistas nas ruas.
Baker explicou que sua ideia era promover a ideia de diversidade e inclusão, usando "algo da natureza para representar que nossa sexualidade é um direito humano".
  O uso da bandeira se disseminou por San Francisco e em outras grandes cidades como Nova York e Los Angeles. Na década de 1990, ela já era reconhecida como símbolo global para direitos LBGT.
"A bandeira susbtituiu o triângulo rosa, até porque é um símbolo mais positivo", explica Tatchell, referindo-se ao uso da forma geométrica para identificar homossexuais em campos de concentração na Alemanha Nazista.
As oito cores da bandeira original de Baker representavam diferentes aspectos da vida:
O número de cores foi depois reduzido para seis; saíram anil e rosa, e azul-turquesa foi substituída por azul.
Segundo o vexilólogo (especialista em bandeiras) Graham Bartram, do Flag Institute, em Londres, "era muito difícil obter tecidos de cor rosa, e como as bandeiras eram costuradas, em vez de impressas, a cor foi descartada".
Para Bartram , a bandeira do arco-íris deu certo por causa de sua simplicidade. "Funciona um pouco como os aneis olímpicos, que foram concebidos para usar cores presentes nas bandeiras de todas as nações participantes",
A bandeira não é acolhida universalmente como um símbolo de libertação. Autoridades na Jamaica, país que tem leis criminalizando o homossexualismo, reclamaram na Embaixada dos EUA quando esta hasteou a bandeira com o arco-íris no seu prédio em Kingston após o massacre de Orlando - o procurador-geral jamaicano classificou a atitude como "desrespeitosa".
A história da bandeira, porém, precede 1978 e o movimento LGBT. No século 18, o filósofo anglo-americano Thomas Payne sugeriu o uso dela para identificar navios neutros durante períodos de guerra.
No início do século passado, o pacifista americano James William van Kirk desenhou um bandeira com as cores do arco-íris, conectada a um globo. A ideia era mostrar como pessoas de diferentes nações poderiam viver juntos, em harmonia.
"O arco-íris é algo que desenhamos desde pequenos", conta Bartram. "Assim, todos nós sabemos do que se trata e podemos interpretá-la como quisermos. Por isso é que ela funciona tão bem".

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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Rabino influente anuncia: “o Messias já está aqui”.

Rabino influente anuncia: “o Messias já está aqui”


Chaim Kanievsky é uma das maiores autoridades da Torá

                                                                                                                         por Jarbas Aragão  

O rabino Chaim Kanievsky é uma das maiores autoridades na sociedade judaica Haredi (ultraortodoxos). Suas mensagens mais recentes têm sido claras e inequívocas: todos os judeus devem voltar para Israel o mais rapidamente possível.
Ele acredita que essa é uma ação espiritual que marca a vinda do Messias judeu. Seguindo uma antiga traição oral rabínica (Talmude), acredita que um grande evento ocorrerá após o final do ano do Jubileu, que terminará em setembro.
Segundo o serviço de notícias ortodoxo Kooker (publicado só em hebraico), Kanievsky esteve recentemente conversando com um judeu fiel que chorava pela morte de seu filho. Durante a visita de condolências ele afirmou: “O resgate está mais perto do que nunca… Não fique triste. O Messias já está aqui. Ele irá revelar-se muito em breve”.
No ano passado, o rabino, que é considerado um dos maiores eruditos vivos da Torá, já havia dito que o Messias viria este ano. A megilá 17b do Talmude afirma que o Messias viria no ano após o ciclo de sete anos do Shmittah terminar, depois de um período de guerra. Segundo o calendário hebraico, terminará na noite de 29 de Elul 5776 [2 de outubro de 2016].
A notícia logo se espalhou pela comunidade ultra ortodoxa. De modo especial por que dois meses atrás, o site judaico Kikar Shabbat revelou que ocorreu um encontro dos rabinos mais respeitados do ramo ultraortodoxo: Moshe Sternbuch e Chaim Kanievsky se reuniram para tratar desse assunto. Sua conclusão é que vivemos os últimos dias antes da revelação do messias. Com informações de Breaking Israel News  
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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Assaltante foge após casal clamar por Jesus, em Itapema, Brasil.

Assaltante foge após casal clamar por Jesus, em Itapema.

Casal de evangélicos sofreu a tentativa de assalto no bairro Meia Praia

domingo, 12 de junho de 2016

O que é tomar a Santa Ceia indignamente?



O que Paulo quis dizer quando orientou que ninguém deveria participar da Ceia do Senhor indignamente? Essa orientação está exposta no texto bíblico que diz: “Portanto, qualquer que comer este pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor”.

A orientação de Paulo é seguida de uma advertência muito séria, um alerta de que participar da ceia “indignamente” traz condenação de culpa sobre a morte do Senhor. Além disso, o apóstolo alerta que as consequências para quem “come e bebe indignamente” é a “própria condenação”.

Continue lendo este artigo para saber mais sobre:

1 – O que é participar da Santa Ceia indignamente;
2 – Em que situação deve ficar sem participar da Ceia do Senhor;

“Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei […]” (1 Coríntios 11.23)

Paulo iniciou o capítulo 11 com um elogio a igreja de Corinto, afirmando que eles estavam sempre procurando saber sobre como ele estava e que eram capazes de manter os ensinamentos conforme ele havia ensinado. Porém, o modo como a Santa Ceia estava sendo celebrada desagradou Paulo.

CONTEXTUALIZANDO

As advertências quanto ao modo como a Ceia do Senhor estava sendo celebrada pela igreja de Corinto tem inicio no versículo 17 e se estende até o 34. Nesta seção Paulo se detém a orientar sobre a celebração da Santa Ceia.

Ao expor suas orientações, Paulo demonstra que a Ceia do Senhor é uma representação visível que simboliza a morte de Jesus por nossos pecados. Portanto, a Santa Ceia deveria ser celebrada pelos cristãos, pois para o descrente não teria nenhum significado. A participação na Ceia serve para fortalecer a fé, reforçando nossa comunhão com Cristo.

Falando claramente, Paulo critica a forma como aquela igreja estava celebrando a Ceia, pois as reuniões promovidas por eles faziam mais mal do que bem (1 Coríntios 11.17). Havia divisões na igreja, acepções entre ricos e pobres. Paulo reconheceu que é natural as diferenças entre pessoas, mas condenou o fato das divisões naquela igreja ter sido desenvolvidas por vontade própria.

A CEIA DA IGREJA PRIMITIVA

A celebração da Santa Ceia, pela Igreja Primitiva, incluía banquetes ou refeições em conjunto, seguidos pelo rito da comunhão do partir do pão e beber do vinho. Porém, a celebração em Corinto tornou-se uma festa de glutões, onde as pessoas comiam e bebiam excessivamente, enquanto que outras permaneciam sem poder partilhar da refeição.

Não havia naquela celebração unidade, educação e cordialidade. Isso transformava aquela confraternização em um momento de desavença, o que atrapalhava no momento de celebração da Ceia propriamente dita. Paulo então condena aquela atitude, relembrando à igreja o verdadeiro propósito da Santa Ceia.

“Quando vocês se reúnem, não é para comer a Ceia do Senhor, porque cada um come sua própria ceia sem esperar pelos outros. Assim, enquanto um fica com fome, outro se embriaga. Será que vocês não têm casa onde comer e beber? Ou desprezam a igreja de Deus e humilham os que nada têm? Que lhes direi? Eu os elogiarei por isso? Certamente que não!” (1 Coríntios 11. 20-22)

CEAR INDIGNAMENTE

Neste contexto, no versículo 27 tem o alerta sobre as consequências de cear indignamente a Ceia do Senhor. O modo como à igreja de Corinto conduzia a Santa Ceia transformava tudo em zombaria. Paulo chega a afirmar: “Não é a ceia do Senhor que comeis” (1 Coríntios 11.20).

Ao afirmar que quem comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, seria culpado, estava se referindo ao fato de os membros daquela igreja não estarem observando o modo correto de fazer a ceia, ignorando os ideais cristãos e se afastando do significado da morte de Cristo.

Portanto, não havia uma celebração genuína da morte vicária de Cristo, pois não havia unidade. As divisões sociais faziam com que cada um fizesse sua própria celebração, fosse entre ricos ou entre pobres. Além disso, não havia reverência, pois os glutões comiam excessivamente.

A VERDADEIRA CEIA DO SENHOR

Paulo relembra a eles o que a Ceia do Senhor deveria significar, passando a orientá-los quanto ao comportamento que cada um deveria ter, descrevendo o inicio desta celebração e reforçando a importância desta tradição.

“Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si.” (1 Coríntios 11. 28-29)

Em sua advertência sobre o exame que cada um deveria fazer sobre o modo como participavam da Santa Ceia, Paulo orienta que comer e beber sem discernir seus erros, como a falta de amor, o espírito faccioso, as acepções sociais, ganâncias e desprezo uns pelos outros, resultaria em juízo. Esse juízo divino fica evidente quando observado os “fracos e doentes e não poucos que dormem” (1 Coríntios 11.30) dentro da igreja de Corinto.

As palavras de Paulo sobre a dignidade que cada um deveria ter para participar do corpo do Senhor consistia em não entender o que a Ceia do Senhor significava, ignorando o sacrifício feito pelo Senhor e que é celebrado na Santa Ceia. Ignorando o objetivo principal da ceia, que é lembrar a morte de Cristo, para salvação de nossa alma.

CONCLUSÃO

Quando o sacrifício de Jesus Cristo para remir o pecado da humanidade é desprezado, somos incapazes de examinar nossas falhas e reconhecer nossos pecados. Assim, nos tornamos indignos de participar da Ceia do Senhor, pois não temos a capacidade de confessar nossos pecados diante de Cristo.

Nenhum pecado casual deve ser impedimento ao cristão de participar da Santa Ceia, desde que o mesmo seja capaz de reconhecer que errou e demonstre arrependimento diante do Senhor. Reconheça o pecado e participe da Santa Ceia. Portanto, buscando corrigir os seus erro e falhas, reparando as pessoas que tenha feito algum mal e fortalecendo-se na comunhão dos santos.

Devemos buscar a todo o momento a dignidade para a celebração da Ceia do Senhor, corrigindo os erros e abandonando as práticas pecaminosas. Pois um dia cearemos com Cristo no Reino dos Céus.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Conheça a história do catador de lixo que é pastor nos finais de semana.

Com uma renda de cerca de R$ 1.000, ele mobiliou a igreja em que prega com bancos, filtro d´água e até uma bateria.

Aos domingos, Ezequiel Gomes acorda às 6h, veste seu terno e exerce a vocação de pastor em sua igreja. Durante a semana, ele enfrenta uma jornada de 15 horas diárias de trabalho como catador de lixo para reciclagem, nas ruas da zona norte de São Paulo.
Ezequiel, de 49 anos, vive numa casa simples do bairro Jardim Brasil, e percorre as ladeiras da Vila Guilherme Alta coletando lixo — mesmo sem ter o braço direito há 11 anos.
Mesmo com sua deficiência, Ezequiel diz carregar até meia tonelada de material, dividida em três carrinhos. "Aprendi a usar cada músculo de meu corpo e a força das coxas e do peito", disse ele ao jornal Folha de São Paulo. "Faço o serviço que ninguém quer, acho que já acabei com muito foco de dengue".
Após um acidente com um carrinho de entulho, em 2005, os médicos amputaram o braço do catador. Para ele, o procedimento foi desnecessária e, há nove anos, move ação judicial contra um hospital público da capital.
Ezequiel relata que após idas e vindas às unidades hospitalares, sentindo fortes dores, finalmente recebeu o diagnóstico de que não haveria recuperação. "Fiquei triste, mas logo esqueci a depressão e voltei a trabalhar, com alegria", afirma.
Há quinze anos na profissão, hoje Ezequiel tem a renda mais alta da família, de nove pessoas. "Não tenho diversão maior do que encher a geladeira de casa", disse ele, que antes teve carteira assinada como segurança e ajudante de pedreiro.
Ezequiel abraçou a fé em Jesus Cristo após uma juventude marcada por delitos que o levaram à prisão. "Foram drogas e outras bobagens, mas foi preso que conheci a palavra de Deus, a minha missão."
Com uma renda de cerca de R$ 1.000, ele mobiliou a igreja em que prega, a Assembleia de Deus do Parque Edu Chaves. O catador conseguiu comprar bancos, filtro d'água e até uma bateria para acompanhar o ritmo dos cultos.
Aos domingos, cerca de 40 fiéis ouvem suas mensagens. "Cresci num bairro em que muita gente se desgarrou, mas não podemos ceder à tristeza", diz o pastor.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

BATISMO NO PRESIDIO FERRUGEM DE SINOP.

BATISMO NO PRESIDIO FERRUGEM DE SINOP,
PR EZEQUIAS DIONÍSIO. PR HELIO DE JESUS, E O QUE ESTA BATIZANDO É PR E JUIZ JOÃO MANOEL PEREIRA GUERRA.





terça-feira, 3 de maio de 2016

Arqueólogos confirmam polémico fato Bíblico com esta espantosa descoberta.

O Número de corpos sugere que um grande exército morreu no local.

O Ministério de Antiguidades do Egito anunciou esta manhã que uma equipa de arqueólogos subaquáticos tinham descoberto o que resta de um grande exército egípcio do do século 14 a.c, na parte inferior do Golfo de Suez, a 1,5 km do litoral da cidade moderna de Ras Gharib.


















A equipa estava em busca dos restos de navios antigos e artefatos relacionados com a Idade da Pedra e do comércio da Idade do Bronze na região do Mar Vermelho, quando tropeçou numa gigantesca massa de ossos humanos escurecidos pela idade.
Os cientistas conduzido pelo Professor Abdel Muhammad Gader e associados à Faculdade de Arqueologia da Universidade do Cairo, já recuperaram um total de mais de 400 esqueletos diferentes, assim como centenas de armas e peças de armadura, também os restos de dois carros de guerra, espalhados em uma área de aproximadamente 200 metros quadrados. Eles estimam que mais de 5000 outros esqueletos poderiam estar dispersos numa área maior, sugerindo que um exército de grande tamanho que pereceu no local.


















Esta magnífica lâmina de uma khopesh egípcia, foi certamente a arma de um personagem importante. Ela foi encontrada perto dos restos de um carro de guerra ricamente decorado, sugerindo que poderia ter pertencido a um príncipe ou nobre.

















Muitas pistas sobre o local trouxeram Professor Gader e sua equipa a concluir que os corpos podem estar ligados ao famoso episódio do Êxodo. Em primeiro lugar, os soldados antigos parecem ter morrido em terra seca, uma vez que não há vestígios de barcos ou navios encontrados na área. As posições dos corpos e o fato de que eles foram presos numa grande quantidade de argila e rocha, implica que eles poderiam ter morrido num deslizamento de terra ou um maremoto.
O número de corpos sugere que um grande antigo exército pereceu no local e a forma dramática pela qual eles foram mortos, ambos parecem corroborar a versão bíblica da travessia do Mar Vermelho, quando o exército do faraó egípcio foi destruído quando o povo judeu tinha passado pelo mar vermelho. Esta nova descoberta certamente prova que houve de fato um exército egípcio de grande porte que foi destruído pelas águas do Mar Vermelho durante o reinado de Akhenaton.
Durante séculos, o famoso relato bíblico da “travessia do Mar Vermelho” foi desacreditado pela maioria dos estudiosos e historiadores como mais simbólico do que histórico.
Esta descoberta surpreendente traz prova científica inegável que um dos mais famosos episódios do Antigo Testamento era de fato, baseado num evento histórico. Ele traz uma nova perspectiva marca em uma história que muitos historiadores têm vindo a considerar por anos como uma obra de ficção, e sugerindo que outros temas como as “pragas do Egito” poderia de fato ter uma base histórica.
Operações de pesquisa e de recuperação irão acontecer no local ao longo dos próximos anos, porque o Professor Gader e sua equipa já anunciaram o seu desejo de recuperar o resto dos corpos e artefatos no local que acabou de ser conhecido por ser um dos mais ricos sítios arqueológicos subaquáticos já descobertos em toda história.


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