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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Pastores da igreja universal vendem vassouras ungidas por MIL REAIS e prometem " VARRER O MAL".

Já imaginou comprar um utensílio para limpeza da casa por mil reais? Não se trata de um lavadora de roupas, de um lava louças ou um super aspirador de pó, mas uma vassoura. Isso mesmo! Uma vassoura. 





Esse é o valor cobrado para adquirir uma "vassoura ungida", de acordo com informações do Diário do Centro do Mundo. Pastores da Igreja Universal do Reino de Deus do estado de Minas Gerais estão comercializando o utensílio com a promessa de que ele serve para "varrer todo o mal".

A informação veio à tona quando um vídeo começou a ser compartilhado nas redes sociais, Nele, aparecem os pastores subindo o monte com as vassouras na mão para ungi-las. Nas imagens, um dos pastores ora pelos utensílios e convida os fiéis a adquiri-la. 





A matéria feita pela radioportalatualizado.com.br está dando muito o que falar, pois não é de hoje que aparecem estes aproveitadores charlatões a fim de um único propósito: Fazer as pessoas de trouxas, se aproveitar da fé e utilizar o nome de Deus para picaretagem. Uma vergonha!





O que os membros sérios da Igreja Universal tem a dizer sobre isso?


Gostaríamos que se pronunciassem, afinal são muitas as ‘Ovelhas” no pasto do Sr Edir Macedo, e garanto que muitas delas estão lendo esta matéria completamente indignados.


E você, qual sua opinião?  A fé leva ao desequilíbrio, ou pessoas oportunistas e desonestas ‘mancham’ o nome da igreja e dos evangélicos?





Fonte: https://www.portalvejaagora.com/pastores-da-igreja-universal-vendem-vassoura-ungidas-por-mil-reais-e-prometem-varrer-o-mal#sthash.y0W5H0JD.dpbs 
           https://www.jornaldopais.com.br/ospastores-da-universal-vendem-por-mil-reais-vassoura-que-promete-varrer-o-mal/

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Ativistas LGBT processam pastores após campanha “Não se metam com nossos Filhos”



























Não é só no Brasil que os cristãos conservadores fazem campanhas defendendo as crianças da ideologia de gênero. Pastores evangélicos do Equador estão enfrentando processos jurídicos após reunirem cerca de um milhão e meio de pessoas, em protestos por todo o país em 14 de outubro.

O tema da campanha nacional era #Conmishijosnotemetas, ou #NãoSeMetamComNossosFilhos em tradução livre. Contrariados, ativistas LGBT entraram com um processo, acusando os promotores do movimento de discurso de ódio e homofobia.

Por causa disso, todos os líderes cristãos, ou seus representantes legais, tiveram que comparecer perante o Tribunal de Garantias Criminais da capital Quito. Eles reafirmaram seu apoio à ideia de que, na perspectiva cristã, o casamento só existe quando é entre homem e mulher e que os pais têm o direito de escolher os valores que passarão aos seus filhos.

“A defesa da família não deve ofender ninguém. O respeito deve ser mútuo. Não só do nosso lado, mas de ambos os lados”, disse Stuart Lopez, um dos pastores evangélicos denunciados. Nas marchas realizadas em diversas cidades do Equador, católicos e evangélicos se uniram para defender a família tradicional.
 
Nenhum dos juízes viu indícios concretos de prejuízo aos homoafetivos equatorianos e encerraram o caso por falta de provas.

A briga judicial começou no dia da marcha, quando um grupo LGTB solicitou medidas cautelares para proibir a manifestação, mas sem sucesso. Contrariados, alguns desses ativistas foram ao local da marcha e começaram a insultar e atacar verbalmente todos os pastores presentes.

A reclamação é que o protesto dos evangélicos criava um ambiente hostil para a existência dos homossexuais. Cayetana Salao, uma das líderes do protesto LGBT, reclamou dos juízes e tentou lançar uma campanha chamada #ElOdioMata, mas que não obteve muita repercussão. Com informações de Protestante Digital e El Comercio .

domingo, 22 de outubro de 2017

As ex-testemunhas de Jeová rejeitadas pelas próprias famílias

Para algumas ex-testemunhas de Jeová do Reino Unido, abandonar a crença não significa apenas abrir mão de uma religião, mas também se afastar de entes queridos. Em muitos casos, amigos e familiares são orientados a cortar todos os laços com essas pessoas, as levando ao isolamento e, em casos extremos, até a pensamentos suicidas.
     Grupo religioso diz que a Bíblia recomenda: 'Removam os homens perversos entre vocês'

"Não falo com ninguém da minha família. Não temos nenhum contacto, porque eu me 'desassociei'", conta Sarah (nome fictício) ao programa Victoria Derbyshire, da BBC.
No ano passado, a jovem, que está na casa dos 20 anos, foi expulsa de um grupo de Testemunhas de Jeová em um processo conhecido como "desassociação".
Ela diz que o motivo teria sido sua recusa em continuar em um relacionamento abusivo. Sarah afirma que seu parceiro na época era violento e chegou a quebrar suas costelas.
Fazer denúncias à polícia - e envolver pessoas de fora da religião em questões como essa - é algo desencorajado entre testemunhas de Jeová, explica a jovem.

Código moral

Sarah afirma que os anciãos da religião se recusaram a punir seu ex-companheiro pelo comportamento violento. Foi apenas quando seus colegas de trabalho notaram seus machucados e a convenceram a não se submeter mais aos abusos que ela deu fim ao relacionamento.
A jovem conta ter sido desassociada por esse motivo - e diz que seus amigos e familiares se afastaram em seguida. Isso porque testemunhas de Jeová acreditam que aqueles de fora da religião podem prejudicar sua fé.
Em um comunicado, o grupo religioso disse à BBC que "se uma testemunha batizada viola o código moral da Bíblia e não apresenta evidências de que não continua a fazer isso, ela ou ele serão afastados e desassociados".
"Quando se trata desse afastamento, as testemunhas seguem as instruções da Bíblia, e, neste ponto, a Bíblia diz claramente: 'Removam os homens perversos entre vocês'", afirma o texto.
Ailton Pereira, membro da Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados e porta-voz da Testemunhas de Jeová no Brasil, diz que, quanto à orientação de que familiares e amigos se afastem de pessoas desassociadas, a Bíblia determina na passagem 1 Coríntios 5:11/13 ser necessário cortar o relacionamento com alguém eu mantenha uma conduta inadequada. "Seguimos os ensinamentos sagrados", afirma Pereira.
"Se a pessoa toma um caminho errado de acordo com o que é dito pelas escrituras, ela é afastada, mas as pessoas têm liberdade para tomar sua própria decisão de como proceder. É um assunto de ordem familiar."
Pereira diz que, mesmo quando uma pessoa se afasta voluntariamente da religião, "os laços permanecem". "É uma decisão pessoal. Deus não obriga ninguém a servir. Oferecemos ajuda para que a pessoa reflita sobre sua decisão, mas isso não rompe o vínculo família nem faz um menor de idade ser expulso de casa."
Mas, diante de um comportamento considerado inapropriado, muitas vezes o afastamento ocorre para que "outros membros da família não sejam influenciados e a família seja preservada".
"O afastamento ocorre porque uma pessoa tomou o caminho. Se alguém está em um relacionamento imoral, é justo que o chefe de família proíba a pessoa de trazer seu companheiro para dentro de casa", explica Pereira.
Ele ressalta que a organização religiosa Testemunhas de Jeová se baseia nas escrituras sagradas em seu trabalho para manter as famílias unidas.
"Muitas vezes, quando chegamos a uma casa em que a família está se separando por um vício ou comportamento, mas aí a pessoa entende os princípios da Bíblia, e a família volta a ter paz."

'Ninguém responde'

Sarah diz que sua mãe se recusou a falar com ela na noite em que foi desassociada. E que seu pai a acordou bem cedo no dia seguinte para expulsá-la de casa.
Em resposta aos relatos, a organização Testemunhas de Jeová diz não comentar sobre casos individuais e afirma que "violência, seja física ou emocional, é fortemente condenada na Bíblia e não tem lugar em uma família cristã".

Sarah e John (de costas) disseram no programa Victoria Derbyshire que foram isolados por seus familiares e amigos

John (nome fictício) tornou-se testemunha de Jeová ainda criança, quando seus pais decidiram se unir ao grupo. Há dois anos, ele foi desassociado depois de perder um velório, cerimônia vista na religião como uma ocasião importante.
Ele já tinha começado a se questionar sobre os ensinamentos - incluindo as ideias de que o fim do mundo é iminente e de que apenas 144 mil pessoas vão para o céu. Sua visão sobre a fé também ficou abalada após um amigo morrer depois de não ser submetido a uma transfusão de sangue, uma prática proibida pela religião. "Foi uma vida desperdiçada", diz.
John afirma ter descoberto depois que sua mulher testemunhou contra ele em seu processo de desassociação, algo que acredita ter prejudicado bastante o relacionamento do casal.
Ele saiu da casa e passou a viver temporariamente em barracas de camping. Além disso, perdeu contato com seus dois filhos, hoje adultos, e irmãos. "Eu me senti muito isolado, não tinha ninguém, pensava bastante em suicídio."
"Às vezes, eu mando uma mensagem dizendo 'amo vocês, ainda penso em vocês', mas, normalmente, ninguém responde."

'Últimos dias'

A religião Testemunhas de Jeová foi fundada nos Estados Unidos no fim do século 19, sob o comando de Charles Taze Russell, e é sediada em Nova York.
Apesar de ser baseada em princípios cristãos, o grupo acredita que as igrejas cristãs tradicionais se afastaram dos ensinamentos bíblicos e não estão em harmonia com Deus.
Por sua vez, as igrejas cristãs tradicionais não reconhecem o grupo Testemunhas de Jeová como uma denominação tradicional de sua fé por rejeitar a doutrina baseada na Santa Trindade.
As testemunhas de Jeová acreditam que a humanidade está vivendo seus "últimos dias" e que a batalha final entre o bem e o mal ocorrerá em breve. A organização diz ter mais de 8 milhões de fiéis em todo o mundo.
Terri O'Sullivan a abandonou há 17 anos, quando tinha 21, e foi expulsa de casa por sua mãe. Ela coordena hoje uma rede de apoio a pessoas que são excluídas ou deixam de fazer parte da igreja.
Afirma que ainda não se deparou com uma ex-testemunha de Jeová que não tenha sofrido de depressão ou alcoolismo ou tenha pensado em suicídio ou machucar a si mesma.

Órfã de pais vivos

Terri O'Sullivan foi expulsa de casa por sua mãe após abandonar o grupo

Segundo Terry, apesar de nem todos passarem formalmente pelo processo de desassociação quando abandonam a religião, seus relacionamentos raramente não são afetados por isso.

"No caso de algumas ex-testemunhas, alguns familiares ainda falam com elas, mas a relação dificilmente é a mesma", diz.
No caso de Sarah, ela diz ter sido "muito, muito difícil" lidar com a perda dos laços familiares. Ela está noiva e sabe que terá de planejar uma cerimônia de casamento sem a participação de seus pais. "Eu me considero órfã, o que é bem triste", afirma.
Ela obtém apoio de amigos no trabalho. Quando abandonou a religião, eles "a confortaram" - o que a surpreendeu.
"São pessoas que minha religião dizia serem terríveis e más companhias, que seriam castigadas por Deus no Apocalipse. Mas essas pessoas abriram as portas de suas casas para mim."
A jovem ainda vê com bons olhos a maioria dos fiéis da igreja. "Há boas pessoas nessa religião, que acreditam estar salvando outras. Guardo boas memórias, porque são as últimas que tenho com minha família", diz.
"Mas também olho para trás e é dolorido, porque nunca mais poderei sentar com eles para um almoço de domingo. Quando morrerem, eu não serei convidada para seus enterros."
*Esta reportagem foi atualizada às 11h do dia 01 de agosto de 2017, para incluir as declarações do porta-voz das Testemunhas de Jeová no Brasil.

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-40780269

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Médica morre, vai ao céu e relata o que viu

A vida da Dra. Mary Neal foi abalada quando ela ficou presa sob oito pés de água furiosa enquanto praticava Kayake no Chile em 1999 - uma experiência que ela diz que a levou a morrer, visitar o céu e retornar.

Neal, uma cirurgião ortopedista do Wyoming que criou o novo livro, Seven Lessons From Heaven: Como morrer me ensinou a viver uma vida cheia de alegria, apareceu recentemente em "The Billy Hallowell Podcast", onde descreveu sua experiência angustiante e revelou as maneiras impressionantes em que transformou sua vida e perspectiva.

Antes de seu acidente, Neal era uma médica e cientista, era uma cristã nominal. Mas o que se seguiu - sua alegada visita ao céu e a interação com Cristo - mudou tudo,  "Estávamos no caiaque em uma secção do rio conhecida por suas cachoeiras", explicou. "Quando eu percebi a cachoeira, eu sabia que as coisas não iriam bem para mim".

Em segundos, ela foi submersa e experimentou o que ela disse ser uma "mudança radical de tempo e dimensão". De repente, apesar de estar no meio do afogamento, sentiu um conforto imenso.
"Eu estava sendo mantida e consolada e estava segura de que tudo estava bem, independentemente de eu viver ou morrer", disse ela, observando que sabia que era Jesus quem a consolava. "Eu fui levada por uma revisão de vida que foi a primeira de muitas partes muito profundas dessa experiência para mim".

Sendo uma “mulher da ciência”, a americana diz que era uma cristã nominal, que mal ia à igreja e lia a Bíblia. Contudo, o encontro com Cristo nos céus mudou tudo. Nos primeiros meses após o acidente, ela fez de tudo para tentar explicar cientificamente o que aconteceu com ela, mas não pôde.

Ao falar sobre o tempo que passou no céu, Mary assevera que pôde ver toda a sua vida, do passado e do futuro, foi quando soube sobre a morte de seu filho, que ocorreria em 2009 durante um acidente de esqui. Porém, a doutora diz que os cristãos não precisam ter medo, pois confiam nas promessas de Deus.

Também apontou que descrever o céu é algo muito difícil, mas que foi tomada por uma forte sensação de ser acolhida e amada. Ela tinha consciência da vida que tinha na terra, mas não sentia vontade de voltar, pois no céu “tudo exala o amor de Deus”.


Ex-Google funda religião que tem um robô como deus

Anthony Levandowski é um sujeito que ficou conhecido e admirado no Vale do Silício devido à sua experiência com robótica, embora seu nome tenha ganhado contornos negativos recentemente. 

E agora o homem que desempenhou um papel importante para o desenvolvimento da automação veicular pode estar prestes a entrar nos holofotes novamente, mas por um motivo bem inusitado.

 



O repórter Mark Harris, que escreve para o Backchannel, descobriu que Levandowski fundou uma organização religiosa que tem os robôs como figura divina. Chamada Way of the Future, a entidade foi registrada em setembro de 2015, mas pouco se sabe sobre suas intenções.

A papelada de fundação indica apenas que a ideia da Way of the Future é "desenvolver e promover a realização de uma divindade baseada em inteligência artificial", e que ela pretende, "através de conhecimento e devoção à divindade, contribuir para a melhoria da sociedade".

Levandowski aparece como CEO e presidente da organização, e não chega a surpreender que uma pessoa com a sua personalidade esteja por trás de algo do tipo.
 

Ele foi um dos pilares para o desenvolvimento das iniciativas tanto do Google quanto da Uber no sentido de botar carros que dispensam motoristas nas ruas — tanto que ambas agora se enfrentam nos tribunais porque Levandowski teria levado tecnologia do Google para a Uber quando pulou de uma companhia à outra.

A reportagem do Backchannel que revelou a abertura da igreja trouxe várias entrevistas com pessoas do convívio de Levandowski, e fica claro que ele sempre teve uma certa obsessão pela ideia de que um dia os robôs tomarão conta do mundo, transformando os humanos em uma subcategoria.
 

Uma dessas pessoas, por exemplo, comentou que o ex-colega queria controlar a Terra, "e robôs eram o meio de fazer isso".
 

"Ele falava sobre começar um novo país em uma ilha", disse essa mesma pessoa. "Coisas bem loucas e esquisitas. E a grande questão é que ele sempre tinha um plano secreto e você não vai saber disso."
 

Trocas de mensagens entre ele e Travis Kalanick, fundador e ex-CEO da Uber, corroboram essas afirmações, porque elas revelam que Levandowski chegou a comentar com o então chefe: "Nós vamos tomar o mundo. Um robô de cada vez."



sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Discriminação contra cristãos no Oriente Médio não termina com derrota do ISIS

Imagem referencial / Caritas Internationalis


Vaticano, 20 Jul. 17 / 04:30 pm (ACI).- O Secretário vaticano para as Relações com os Estados, Dom Paul R. Gallagher, advertiu que a discriminação que a minoria cristã sofre no Oriente Médio não terminará com a derrota do Estado Islâmico (ISIS), mas sim quando se reconhecer plenamente o direito à liberdade religiosa, parte importante dos direitos humanos.

O representante vaticano disse essas palavras durante a conferência internacional sobre proteção das comunidades religiosas realizada na sede do Ministério de Relações Exteriores italiano, no último dia 13 de julho, dias depois que o governo do Iraque anunciou a libertação de Mossul, cidade que esteve controlada pelo ISIS por mais de três anos.

Segundo informou L’Osservatore Romano em sua edição de 14 de julho, Dom Gallagher recordou que “mesmo antes da barbárie do chamado ISIS os cristãos e as minorias se sentiam cidadãos de segunda classe”.

“É preciso ser claro, a narrativa ideológica discriminatória não será abatida com a simples derrota do Estado Islâmico no Oriente Médio. Reconstruir os prédios no Iraque será a parte mais fácil, mas reconstruir a sociedade iraquiana será muito mais difícil”, advertiu.

Dom Gallagher reafirmou o interesse da Santa Sé na proteção e defesa das minorias independentemente da raça ou pertença étnica e religiosa, mas tem, além disso, indicou, “uma particular atenção pelo destino das comunidades cristãs, especialmente no Oriente Médio, o lugar do nascimento da cristandade”.

Embora isso “dê um sentido de solidariedade espiritual, (a Igreja) não é cega ao sofrimento e às perseguições dos demais grupos”, afirmou. “Quando uma comunidade religiosa ou étnica está ameaçada, isto prejudica todas as comunidades, inclusive aquelas que podem ser a fonte de tais ameaças”, explicou.

Nesse sentido, reafirmou a importância de defender o direito à liberdade religiosa combatendo todo o radicalismo e fomento de violência, incluindo em âmbitos como internet e novas tecnologias, nas quais as mensagens erradas se difundem em grande velocidade.

“A liberdade religiosa é importante, pois é uma parte dos direitos humanos, que não conexos e indivisíveis”, assinalou Dom Gallagher.

O Secretário vaticano para as Relações com os Estados disse que os líderes religiosos devem “ajudar as pessoas a entenderem que reconhecer a dimensão religiosa do extremismo violento, ou a manipulação da religião para objetivos violentos, não significa colocar no mesmo plano as religiões ou uma religião particular, ou uma comunidade religiosa inteira, e a violência”.

Segundo o jornal Vaticano, por ocasião da conferência, o Ministério de Relações Exteriores italiano anunciou a criação de um observatório para as minorias no mundo. Um organismo que, segundo a rede diplomática, deverá “assinalar os casos mais significativos e advertir sobre as situações mais críticas par a proteção das liberdades religiosas”.



sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Crescem os rumores sobre o “sinal no céu” do dia 23 de Setembro.

Líderes cristãos divergem sobre o que realmente irá ocorrer.

Há uma grande controvérsia em torno do que de fato ocorrerá no próximo 23 de Setembro, uma data que alguns acreditam ser profética. Diferentes líderes cristãos têm divulgado sua interpretação sobre o tema, que vão desde a afirmação de que os céus apontarão para um “arrebatamento” até o temor que uma grande catástrofe se abata sobre a Terra.


No mês passado, o jornal The Washington Post entrevistou vários estudiosos do tema, uma vez que o eclipse recente também era apontado como “sinal do fim”. Gary Ray, da revista Unsealed, especializada em profecias, afirmou ao Post que é impossível ignorar que o alinhamento das estrelas, do Sol e da Lua na noite do 23 tem semelhanças com a profecia de Apocalipse 12. 


Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/crescem-os-rumores-sobre-o-sinal-no-ceu-do-dia-23-de-setembro/